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É doença bastante comum, autolimitada, inicia-se geralmente por vermelhidão conjuntival, sensação de areia nos olhos, ardor e lacrimejamento. Em algumas horas, a vermelhidão é maior e o lacrimejamento dá lugar a uma secreção mucopurulenta, que tende durante o sono a se acumular nas margens palpebrais e a criança acorda com as pálpebras pregadas por secreção. As complicações são raras, a menos que se trate de microorganismo de alta virulência ou de paciente com baixa resistência. A acuidade visual só diminui se hover alguma complicação na córnea. O tratamento consiste em cuidados de higiene local (limpeza com água previamente fervida), administração de colírio de antibiótico. Cuidados:
A doença é bastante contagiosa.
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